Uma das ultimas leis assinadas no Brasil foi a lei que proibe os pais de baterem nos filhos como forma de castigo.
Em entrevista ao programa de rádio Bom Dia, o ministro da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Paulo Vannuchi, explicou que o projeto foi discutido com a participação da sociedade civil e que a ideia não é priorizar a punição dos pais, mas prevenir castigos corporais.
Para o ministro, a criança que apanha passa a entender que bater é normal e reproduz o ato na escola e, posteriormente, na vida adulta.
Ele citou casos como o da menina Isabela Nardoni e afirmou que, se houvesse uma lei como essa na época em que a criança foi morta, algum vizinho poderia ter contatado o Disque Denúncia para denunciar agressão doméstica. "Sem a lei, o vizinho entende que a criança está apanhando, mas não pode se meter porque o assunto é da família", explicou.
Como se alguém tivesse visto a cena... Será que esse cara não lembra que só viram a menina quando ela já estava caida e morta no jardim?
Em entrevista ao programa de rádio Bom Dia, o ministro da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Paulo Vannuchi, explicou que o projeto foi discutido com a participação da sociedade civil e que a ideia não é priorizar a punição dos pais, mas prevenir castigos corporais.
Para o ministro, a criança que apanha passa a entender que bater é normal e reproduz o ato na escola e, posteriormente, na vida adulta.
Ele citou casos como o da menina Isabela Nardoni e afirmou que, se houvesse uma lei como essa na época em que a criança foi morta, algum vizinho poderia ter contatado o Disque Denúncia para denunciar agressão doméstica. "Sem a lei, o vizinho entende que a criança está apanhando, mas não pode se meter porque o assunto é da família", explicou.
Como se alguém tivesse visto a cena... Será que esse cara não lembra que só viram a menina quando ela já estava caida e morta no jardim?
